quinta-feira, 30 de agosto de 2007

A menina que nunca chorava


Depois da Criança que não queria falar , li o seguimento da história em A menina que nunca chorava .

Aqui fica um cheirinho :

Torey Hayden publicou A Criança Que Não Queria Falar, em 1980, relatando o caso verídico e comovente da sua relação com uma menina de seis anos que aparecera, gravemente perturbada, na sua aula de ensino especial. Ao longo de vários meses a jovem professora lutou para fazê-la desabrochar sob o calor generoso da sua espantosa intuição e amor e levá-la a descobrir um mundo que podia ser luminoso. Separadas pelas contingências da vida, só voltam a encontrar-se anos mais tarde quando Sheila já tem 13 anos. Para surpresa de Torey, a adolescente parece ter perdido uma grande parte das memórias dos primeiros tempos que passaram juntas e, à medida que elas ressurgem do passado com os sentimentos que lhes estão associados, a sua competência de terapeuta e a sua devoção vão de novo ser duramente postas à prova.

Comentários da página da Editorial Presença
""A criança que não queria falar" e "A menina que nunca chorava" foram, talvez, os livros mais dificeis que li. Uma angústia tremenda acompanhou-me durante as leituras, que descreve o sofrimento sem limites de uma pequena criança, mas que ao mesmo tempo era um ser humano gigante. Os meus "sofrimentos" foram repensados. Senti-me minúscula perante uma menina de 6 anos. Jamais esquecerei."
Inácia Anjos


Lendo isto pensa-se mesmo que há pessoas mesmo horríveis neste mundo...

O que esta criança passou...

Mas penso que esta história real tem de nos fazer reagir... Reagir de alguma forma, forma que eu também não sei qual... Mas temos de fazer algo...

Eu vou perdoar o meu Amigo e ver se consigo que ele seja alguém que comece também a pensar no que faz...

Ser Amigo

Duas das frases que "conduziram" de alguma forma o rumo da minha vida foram:

Só lá chega quem caminha
(Oferecida pela minha professora da primária quando fui para o ciclo preparatório)

Não faças aos outros aquilo que não gostarias que te fizessem a ti.
(Muitas vezes repetida pelo meu pai ao longo da minha vida)

Não são mesmo só frases para mim, são pensamentos que levo muito a sério e que de certa forma procuro naqueles que são meus Amigos.

Felizmente ao longo da minha vida, seja onde fôr, da primária à faculdade, passando por diferentes instituições, entre elas cientificas e desportivas, e ainda diferentes países como a Itália, Noruega e a Inglaterra sempre tive o prazer de conhecer pessoas das quais revejo as frases da minha vida. E mais, muito mais... Com quem aprendi muito e alguns mantenho como guias da minha vida.

Poucas (felizmente...) foram as vezes em que pessoas que eu considero Amigas me magoaram e traíram ainda menos...

Pensava eu... acreditava vivamente que Amigo meu não me magoaria, porque eu nunca faria nada para o magoar...

Porque Amigo é AMIGO, importa-se...

Como dizia o principezinho:

...E foi então que apareceu a raposa: - Bom dia, disse a raposa. - Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada. - Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira... - Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita... - Sou uma raposa, disse a raposa. - Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste... - Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda. - Ah! desculpa, disse o principezinho. - Que quer dizer "cativar"? - É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..." - Criar laços? - Exactamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo... Se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo... A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe: - Por favor... cativa-me! disse ela. - Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer. - A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me! ...
Antoine de Saint Exuperry

Fica claro então que tive a minha grande desilusão de do que é ser Amigo...

E o que mais me dói é que não consigo deixar de ser Amigo porque... porque eu acho que ainda vale a pena não fazer aos outros aquilo que não gostava que me fizessem a mim...

Mas custa...

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Mais uma que chegou aos 31

Parabéns Rita!!!

Agora mamã espero que tenhas um dia ainda mais feliz!!!

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Chefes fora -> Lab Punting!!!! ih ih ih ih !!!

Punting is one of the chief attractions of Cambridge.

Punting means using a punt, which is a type of boat.

In Cambridge, a punt is a small flat-bottomed boat.

The shape is long and thin and rectangular, so that you can just fit two people next to each other.

There are two common sorts: ones that hold 5 people (2 pairs facing each other plus one person at the back) and ones that hold 7 people (an extra pair of people put in at the front, facing forwards).

The person at the back is the motor: they hold a long pole (about 10 feet long) which is used to push against the river bed and propel the punt along. The back end of the punt (the stern) has a little platform for the punter to stand on.

The last thing that comes with a punt is a paddle.

The Golden Rule of Punting: Stay with the punt and not the pole.
If ever you have to decide between keeping hold of the pole and staying in the punt, opt for staying in the punt. It's a lot drier that way. The pole can always be recovered later.









































terça-feira, 21 de agosto de 2007

Berlengas 2007






E foram assim as Berlengas :
Amigos
Mar
Natureza
Banhos
Peixinho fresco
e muito sol e calor (apesar de não se ver na imagem)

Gostei muito :)

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

É bom ser mimado


Este foi o fim da época de corfebol com a atribuição de diplomas.
Sabe bem saber que quando damos o nosso melhor os outros reconhecem.
E tudo o que foi preciso foi disponibilidade, alegria, energia e motivação.

domingo, 19 de agosto de 2007

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Mais um bébé a caminho

E mais uma boa noticia deste Verão ( e não não sou eu...)


Vou ser tiaaaaaaaaaaaaa mais uma vez em fevereiro do próximo ano :)

Tigers em Ely


Mais um fim de semana de muita chuvaaaaaaaaaaaaaaa e Corfebol :P

Viva os Tigers !!!!

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Betaalautomatt!!!


Nada de especial eu sei...
Só achei giro como lhe chamam na holanda :)

Mais uma à portuga :P


In Berlengas 2007

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Dalai Lama em Lisboa

In Madame Tussaud Amesterdão

Em seguimento de uma conversa de fim de semana aqui fica a piada :P

Eu tenho pena de não poder ir ver o Dalai Lama no pavilhão atlântico...
Se pudesse lá estaria...
E para aqueles que tínham dúvidas acerca do evento vejam aqui .

Eis algumas das razões porque é no pavilhão atlântico e porque custa de 10 a 25 euros :

"Os fundos obtidos servirão para suportar o evento. A organização tem como propósito suportar os gastos e não obter um lucro. Todavia, no caso de o número de participantes exceder as expectativas, os ganhos adicionais obtidos após saldar todos os custos serão distribuidos a obras humanitárias, por indicação de Sua Santidade.

Sua Santidade, o Dalai Lama intervirá em Tibetano ou Inglês. Durante a Conferência Pública, no Pavilhão Atlântico (16 de Setembro), será efectuada a tradução para Inglês e Português.

Uma contribuição financeira da sua parte é necessaria para cobrir os custos da organização do evento, sem nenhum objectivo de lucro. Um eventual excedente da receita será distribuido segundo as indicações de Sua Santidade o Dalai Lama a projectos humanitários e ambientais.

Tendo em conta os elevados custos do evento, não é possível oferecer descontos. Em caso de reais condições financeiras impeditivas para a participação nos Ensinamentos de 3 dias, é favor contactar a Organização por carta ou email."

É pena que estas coisas não sejam realmente de graça como devíam ser mas temos de perceber que organizar algo desta dimensão implica trabalho para muita gente e custos com material. E como as pessoas e as coisas não são de graça é dificil que um encontro como este seja de graça.